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16/11/2012

Regra número 6


Um executivo visitou uma grande empresa para falar com o presidente em seu escritório e, no meio da conversa, um VP entrou a toda na sala falando dos problemas q tinha de resolver, estava muito nervoso. O presidente escutou e somente falou:
 
"lembre-se da Regra nº 6..."
 
Na mesma hora o VP se acalmou e saiu da sala dizendo q talvez tudo não fosse tão grave assim.
 
Em poucos minutos, entra a secretária exaltada com todos os compromissos, dizendo q não iria dar tempo, e o presidente repetiu:
 
"lembre-se da Regra Nº 6....".
 
E a secretária saiu dizendo que talvez houvesse a possibilidade de criar alternativas.
 
A cena se repetiu algumas outras  vezes durante o dia e, no final, o executivo curioso perguntou ao presidente: "Desculpe-me perguntar, mas o que seria a Regra Nº6"?

"Ora, é algo que levamos muito a sério por aqui"

"E eu poderia saber"?

"Claro... A regra Nº6 é "não se leve muito a sério!" ....  é um feedback que damos para o estresse gerado por pessoas que dão muita importância a pequenas coisas.  Normalmente, com calma e raciocínio, essas picuinhas  são resolvidas em dois estalos de dedos...
 
"Entendi... e as demais Regras? Posso conhecê-las? Estou interessadíssimo!"

"Não existem outras...somente essa."

"Como assim? Se é numero 6....? No meu entender é meio fora de lógica, cria expectativas, pode ser mal interpretado! Pq vc não muda isso?"

"Lembre-se da Regra nº 6..."

19/05/2011

Soldados podem lidar com a mudança, mas não com a incerteza



É importante fazer com as pessoas entendam a estratégia e a mensagem. E também se posicionar à frente delas para que possam entender a missão também.

Em uma entrevista, Colin Powell foi perguntado qual seria a coisa mais importante, e ele respondeu: “A coisa mais importante é que as tropas têm que entender para onde elas estão indo".

As pessoas não gostam de mudanças, mas elas conseguem gerenciar isso. O insuportável é a incerteza. E o trabalho atual das lideranças é eliminar incertezas.
 

Baseado em INSTANT MBA, advice from James J. Schiro, CEO of Zurich Financial Services:

16/05/2011

Lição de Henry Kissinger



Qdo Henry Kissinger deixou o governo e voltou à universidade para ser professor, ocorreu um fato muito famoso no mundo acadêmico e posteriormente no mundo dos negócios. Um dos seus alunos entregou o seu trabalho de conclusão de curso. Kissinger recebeu o material. Quatro dias depois, o aluno retorna e pergunta sobre o trabalho, queria saber o que ele tinha achado. E Kissinger disse ao aluno com pouco caso: "Esse é o melhor que você pode fazer?". O garoto ficou preocupado, afinal tinha se dedicado àquilo. Mas, pediu mais uma chance.

O aluno foi pra casa, trabalhou, buscou mais informações e enriqueceu o seu trabalho. Levou um bom tempo, mas concluiu e levou para o professor. Novamente, quatro dias depois, o aluno voltou ao escritório do famoso professor e pergunta sobre o seu trabalho. Kissinger disse com ar grave: “Vc tem certeza que é o melhor que pode fazer?” O aluno ficou receoso ao ver o professor irritado, se sentiu mal, repensou rapidamente em todo o seu trabalho, e pede uma última chance. Que dessa vez não iria decepcionar.

Estudou mais, validou com outros colegas, passou noites em claro, corrigiu alguns erros, e chegou no limite de não ter mais inspiração. Mesmo assim, buscou aqui, ali, tentou alguma coisa mais, melhorou um pouco e concluiu o seu trabalho. Voltou ao escritório de Kissinger, ainda com sintomas das longas noites de estudo: "Professor, está aqui o meu trabalho". O professor no mesmo instante perguntou: "Esse é o melhor que você pode fazer?" O rapaz, sabendo do seu esforço, se irritou, não pensou duas vezes e disse: "É, sim senhor! Pode ter a certeza que sim!". E o professor: "Ah, então agora eu vou começar a ler".

Kissinger durante a sua vida, recebeu muitos relatórios, trabalhos e projetos de várias fontes, frequentemente de muita importância. Ele lia todos, porém somente uma vez.

11/06/2008

Novo Líder



Atualmente, todos procuram líderes. Líder técnico, líder de projeto, líder de grupo, líder da área, líder do jogo, líder do negócio. Enfim, líder para tudo. O líder é o cara!


A palavra LÍDER sugere mudança, tem movimento. Um líder de verdade, realmente faz algo porque ele TEM O PODER DE movimentar pessoas.

Na visão corporativa, o Líder está na palavra "senior". Se espera de um professional "senior" que ele esteja a frente do "Pleno" e do "Júnior" e, por isso, saber como fazê-los gerarem resultados.

Um gerente senior deveria ser visto como um "CEO-herói", como dito por Peter Senge em um dos ciclos da Expo Management.

O CEO-herói é aquele cara que se apresenta para os acionistas, que inspira os funcionários, dá energia nos momentos de mudança, não teme tomar "decisões duras".


Mas, atualmente, os "seniores" frequentemente implementam ações que não se perpetuam, principalmente no nível estratégico. E o grande causador disso é o fato de que as pessoas, em geral, se apegam às suas formas habituais fazer as coisas. Novas idéias não surgem, e o pessoal de base se sente intimidado de opiniar pela distância dos cargos.

No fim, os títulos Senior, CEO, Chief, acabam por distanciar e calar mais os funcionários nas discussões. Não se libera energia para criar novas idéias e, consequentemente, não surgem novos produto, novos mercados, afinal, todos estão muito ocupados em agradar e seguir seus chefes pelo crachá.

Invariavelmente, aparecem novas crises, e vão todos a procura de algum outro herói-líder. No fim, sempre cai o problema no colo de um líder, um verdadeiro líder, não mais importando o seu cargo hierárquico.

Mas, tudo isso não é nada realmente novo, pois os fundamentos para compreender a liderança já existe: são os mesmos da era das máquinas e que perdemos completamente.
Afinal, líderes sempre existiram.