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30/05/2011

Gerência de Requisitos: a bala de prata para desvios de projetos

Em um projeto de consultoria q excedeu sua estimativa, o cliente insiste que o fornecedor absorva os custos extras. Quem paga?
Depende de como o contrato foi redigido. Mas, provavelmente o cliente está correto. Até porque a maioria das empresas de consultoria seguem a filosofia que "o cliente sempre tem a razão". Para os consultores executores, dói quando isso implica em perdas financeiras de um projeto que não atingiu seus objetivos de prazo.
Quando o cliente é interno, o orçamento do departamento sofre, mas a empresa como um todo pode contornar a situação. Agora quando é para um cliente externo... isso não fica bem.

Por isso é importante para o gerente do projeto a leitura do contrato detalhada.
O contrato deve mencionar os requisitos funcionais que descrevem o que o novo produto ou serviço deve oferecer para o cliente. E também, os requisitos técnicos que declaram os padrões de desempenho, compatibilidades, tamanhos e formas esperados. Por isso, é importante que sejam específicos e detalhados de forma objetiva.

Contratos geralmente são ignorados. Muitos gerentes de projetos acham que as cláusulas são de responsabilidade da parte jurídica ou financeira ou outra área qualquer, e não considera os impactos que o tipo do contrato pode ocasionar no sucesso financeiro de seus projetos.

Por exemplo, se o contrato prevê Preço Fixo, o consultor-GP estará comprometido legalmente a entregar o produto ou o serviço em um preço definido, independente do custo que possa ter. Basicamente, o fornecedor tomou a decisão de assumir o risco para si dos desvios de planejamento em termos de custos extras, sejam eles não planejados ou mal estimados. Nesse caso, o cliente está dentro dos seus direitos legais em insistir que a consultoria cubra os custos adicionais.

Todo gerente de projetos tem a melhor das intençoes qdo realiza estimativas. Mas, isso não basta. é importante que os requisitos dos clientes estejam desenvolvidos, e inclui-los no contrato, e a partir daí, conhecer e participar dos arranjos contratuais realizados pelas partes negociadoras. Somente assim o gerente de projetos entenderá os impactos reais nos momentos de desvios de projeto.

Se vc ler um contrato e perceber que não há parte sobre requisitos, saiba que prováveis problemas terá que enfrentar.

01/02/2011

Metodologias "tamanho único"


Há ainda estudiosos de gerenciamento que ainda defendem que é possível criar uma metodologia onde todos os projetos se encaixam. Nesse fds um amigo gerente de uma grande empresa disse que sua área de Marketing estava tendo que se adaptar às metodologias de projetos da área de TI de sua empresa. E ele estava achando tudo muito complicado, principalmente a linguagem adotada e os objetivos de qualidade do projeto.

Metodologias de "tamanho único" viram um problema principalmente quando esbarram em projetos onde o conhecimento ultrapassa diferentes disciplinas funcionais. Geralmente, acabam não tendo aplicação prática e o pessoal tende a abandoná-la ou realizar minimamente só para constar.

O fato de existir expertises diferentes na empresa não impede que os gerentes de projetos de diferente áreas sigam um padrão de processos de forma que a empresa possa entender e participar das tomadas de decisão e da alocação de recursos.

A configuração multifuncional de uma empresa gera particularidades de expertise dentro de cada disciplina.
Um projeto de uma certa área possui atividades de planejamento e execução significativamente diferentes das demais áreas. E não é somente o que se refere à atividades de expertise técnica, mas também as de gerenciamento. Por exemplo: agilidade, formalidade, conservadorismo, ousadia, recursos escarsos ou críticos, comunicação, são características que podem varia de uma área para outra.

Metodologias maduras reconhecem essas diferenças.

E essas diferenças são contempladas no projeto já que uma metodologia madura permite que os gerentes de projetos costurem e personalizem o ciclo de vida do projeto de acordo com o seu escopo.

03/12/2010

A nova classe de gerentes mamíferos

Os projetos reúnem e vendem conhecimento. Não importa qual seja a estrutura formal de uma organização – sua hierarquia funcional, matriz, ou a emergente organização por processos [ou horizontal], cujas linhas de comunicação e poder são definidas ao longo dos processos do negócio (...) O trabalho rotineiro não precisa de gerentes; se não pode ser automatizado, pode ser autogerenciado pelos operários. É o inexaurível livro de projetos – para melhorias internas ou para atender aos clientes – que cria novo valor. Reúne informações e as transforma em resultado, isto é, formaliza, captura e faz a alavancagem deste conjunto para produzir um ativo de valor ainda maior.
Consequentemente, se os velhos gerentes são dinossauros, uma nova classe de gerentes mamíferos – os gerentes de projetos – evolui para preencher o nicho que aqueles outrora comandaram. Como sua contraparte biológica, o gerente de projetos é mais ágil e adaptável do que o animal que está substituindo, mais habilitado a viver pela inteligência do que pela força de seu peso.

As pessoas que comandam ou trabalham com projetos vencedores sempre serão as primeiras a desencadear as próximas novas ondas. Os melhores gerentes de projetos irão buscar as pessoas mais talentosas, e estas – dispondo de várias opções, - optarão pelos melhores gerentes. A antiguidade vai pesar cada vez menos do que o conceito de "o que você tem feito por mim ultimamente...".

Nem todos podem ou devem ser gerentes de projetos, mas aqueles com capacidade para tal certamente serão bem-sucedidos. Quando uma empresa deixa de ser definida por seus departamentos funcionais e se torna um portfólio de projetos e processos, é muito mais fácil obter-se crédito por um sucesso – os resultados logo aparecem e são óbvios. Da mesma forma, torna-se mais difícil jogar a culpa de algum fracasso sobre "eles", pois "eles" fazem, cada vez mais, parte da sua equipe multifuncional de projetos.
 
Extraído do livro Intellectual Capital de Thomas A. Stewart

08/09/2010

Não caia nas tentações, GP!



As pressões das entregas de curto prazo podem levá-lo a agir hoje de tal maneira que haverá um preço caro demais para se pagar amanhã.

Principalmente, quando falamos de projetos pequenos, menos formais, os quais se sente que não há a necessidade de planejamento e controle organizados, estruturados.

Alguns erros frequentes:

1. Pular a fase de planejamento:
Em pequenos projetos ou projetos repetitivos já se pode ter logo no iníco a concepção do escopo e praticamente a noção completa de duração. E o pensamento tentador é:

"Pq não iniciar agora mesmo o trabalho?

Parece uma boa idéia, mas lembre-se:
  • As suas atividades não estão totalmente definidas!
  • Se houver uma atividade diferente ou um pouco mais complexa pode transformar seu projeto de curto prazo em longo prazo, pois terá que pensar no que fazer e reativamente. A literatura e a boa prática mostram que ações corretivas são mais custosas do que as preventivas.
  • Se acontecerem desvios não presentes nos projetos passados, pode ser vc tenha que lidar com uma solução reativa, que provavelmente não representará a melhor solução ou até pior, não há mais tempo para fazer nada, o que pode comprometer um dos objetivos do seu projeto.
Outras variações de pensamento tentador:

“Já fizemos esse projeto muitas vezes antes, então pq temos q planejar novamente?”
Mesmo q projetos possam ser similares, SEMPRE haverá elementos diferentes. Projetos nunca são iguais. É importante dedicar um momento para veririficar se seu plano está endereçado para a situação atual.

“Nosso projeto é algo totalmente diferente, então o q adianta tentar planejar?"

É como se estivesse em uma cidade em q nunca esteve antes e se perguntar: "o que adianta traçar uma rota, se não conheço nada por aqui?
Planejar um novo projeto se torna importante exatamente pelo motivo de ninguém ter passado por esse caminho antes. Nem que contemple uma revisão do seu plano inicial durante o projeto, vc e sua equipe precisam ter a declaração das intenções do seu plano antes de iniciar a execução.

2. Omitir as etapas de iniciação completamente:

"Pra que definir processos e procedimentos? Começou a burocracia..."

Geralmente, a pressão por tempo é a culpada aqui. Pessoas não apreciam ter que definir procedimentos e relacionamentos antes do trabalho começar efetivamente. E essa atitude traz suas suas consequencias:
  • Muitos projetos em execução perdem o sentido devido a uma justificativa de projeto mal fundamentada ou desnecessária para a organização.
  • Muitos outros geram prejuízo porque foi ignorada a análise de viabilidade do projeto.
  • Muitas idéias e bons projetos são engavetados;
  • Muitos papéis e responsabilidades são desalinhados impactando o bem andar do projeto;
  • Muitos objetivos reais e relevantes são ignorados e se perdem no andar do projeto.
3. Parcialmente encerrar as fases de encerramento:

"O último que apague a luz. Esse projeto já não dá mais nada!"


No fim do projeto, geralmente todos estão preocupados com um novo projeto. Recursos escarços e curtos deadlines encorajam esse comportamento, e um novo projeto será sempre muito mais empolgante do que organizar um projeto velho.
  • Documentos importantes são mal organizados ou perdidos;
  • Lições aprendidas importantes são perdidas;
  • Templates que garantiriam agilidade em projetos futuros são perdidos;
  • Pessoas não são recompensadas ou reconhecidas;
  • Entregas finais são esquecidas.
4. Ignorar os fatores gerenciais:

"O projeto é meu mundo, não deixarei se contaminar pelos vícios da empresa"

Uma visão gerencial deve influenciar os ambientes internos e externos do projeto, pois há inúmeros fatores aparentemente externos que impactam fortemente o andamento das atividades. Por exemplo:
  • contexto político (empresarial, grupos de pressão etc.);
  • ritmo da empresa; 
  • cultura da organização;
  • fatores ambientais;
  • movimentos de classe
  • interesses adversos ao projeto
  • etc.

25/08/2010

Projeto de Alto Nível

Um projeto de alto nível.
Reparem em:
  • na transmissão de segurança do GP (Fittipaldi) para o Cliente (Rei)
  • na venda do projeto para a equipe na 1ª reunião;
  • Atendimento de requisitos críticos;
  • O Inesperado sempre acontece;
  • A postura de verificação do GP dos resultados principais no ambiente de trabalho (in loco);
  • Fazer da entrega, um momento especial.


23/07/2010

ESI Research Report - Risky Business: Organizational Effectiveness at Managing Risk of Outsourced Projects

Os resultados de uma nova pesquisa global revelam as preocupações, a efetividade e as melhores práticas em Gerenciamento de Riscos pelas empresas que tercerizam seus projetos.

Dos 95% das organizações que compram e/ou fornecem serviços ou funções tercerizados, um pouco mais da metade é capaz de gerenciar eficientemente os riscos dos seus subprojetos (projetos tercerizados).

Gerenciar um produto ou um serviço de qualidade é o maior risco de terceirização para as organizações, identificado em 70% dos respondentes da pesquisa.  

(os respondentes incluem gerentes de contratos, compradores subcontratadores, gerentes de projetos, executivos seniores e tomadores de decisão-chaves em terceirização de um grande range de industrias e governamentais na América do  Norte e do Sul, UK/Europa, Asia/Pacifico, Meio Leste e India. O estudo foi conduzido pela ESI International).

“Os resultados da pesquisa global da ESI indicam áreas para desempenho, produtividade e vantagens competitivas superiores através de um melhor gerenciamento de riscos."

Não chega a ser uma surpresa que os projetos de terceirização sejam pobremente gerenciados, e não atingem os benefícios financeiros esperados: o estudo mostra que apenas 1/3 das empresas sempre articulam claramente e definem objetivos financeiros para os parceiros de terceirização.

Como seus parceiros de negócio irão supor conhecer suas fronteiras e tolerancias se vc não divide isso com eles?

A solução pode estar com os gerentes de projetos que podem inserir um foco maior em assegurar o desempenho de fornecimento e que os resultados de contrato estejam claros e definidos como parte da fase de iniciação do projeto. Uma vez nessa condição, serão adicionados também o gerenciamento de riscos à lista - assumir uma postura diferente entre os parceiros de tercerização. .

Abaixo, alguns dados da pesquisa:
  • 63% dos respondentes disseram que os atrasos de fornecimento foram os maiores riscos nos projetos de terceirização. 
  • 61% disseram que oo escopo do contrato foi o maior risco.
  • 76% das empresas se esforçam para avaliar a habilidade técnica dos fornecedores como também o desempenho no passado - o que também siginfica que 24% não se importa (o que elas avaliam então???).
  • 65% das empresas realizam questionários de forma compreensiva, clara e articulada para as requisições de quotações que possibilitam respostas padronizadas  para análise comparativa - e isso significa que 35% não possuem padrões e modelos, e têm que se virar para interpretar as diferentes respostas e lidar com a dificuldade de compará-las;
  • Somente 50% dos respondentes pensavam que suas equipes de terceirização possuiam experiencia e práticas aproporiadas em gerenciamento de projetos.
  • 75% das organizações nem sempre definem os seus requisitos claramente para seus projetos terceirizados, um ponto fundamental em gerenciamento de projetos de sucesso.
Terceirização pode poupar dinheiro,  mas vc tem q fazer isso da maneira correta; – e o que aparece nesse estudo é que um gde numeros de empresas não estão fazendo isso.  Se vc não definir claramente os requisitos, escolha os parceiros certos e monitore o desempenho contínuo do relacionamento. Pense nisso: vc realmente sabe o que quer?

Mais alguns dados da pesquisa:

Falta de Habilidades e Processos Fundamentais

Próximo a 2/3 das organizações dispendem de metade de seus orçamentos em terceirização. Há uma necessidade de refinar as capabilidades de gerenciamento de riscos para se ter um impacto positivo na linha base de desempenho.

19% disseram que suas organizações não são eficazes na avaliação de riscos em projetos terceirizados. E 36% disseram ser de alguma forma eficazes. Já 35% disseram ser eficazes. E somente 6% disseram ser extremamente eficazes na avaliação dos riscos.

21% disse que suas origanizações não são eficazes no gerenciamento de riscos, 33% são de alguma forma eficazes, 37% disseram ser eficazes, e novamente, 6% disseram ser extremamente eficazes.
Somente 39% dos respondentes disseram que suas organizações possuem uma cultura equivocada de gestão de ricos.

Falhas de Requisitos em Projetos Terceirizados

Organizations indicam deficiência na efetividade de uso de gerenciamento e desenvolvimento de requisitos, uma crítica área para gerenciar riscos de terceirização. 

1/3 das organizações sempre articulam claramente e definem objetivos financeiros para os parceiros de tercerização.

Próximo de 32% dos respondentes discordam que suas organizações continuamente avaliam projetos tercerizados em relação aos seus objetivos e metas originais.

Foco no Gerenciamento de Forneceimento e Gerenciamento de Contratos

maior foco em assegurqar o desempenho de fornecimento e nos resultados de contrato indicam q a competencia de Gestão de Riscos nessas áreas podem ser um diferencial-chave entre os parceiros de terceirização.

76% das organizações avaliam as habilidades técnicas e o histórico de desempenho técnico de seus fornecedores.

Habilidades de Futura Terceirização

Mais da metade das organizações reconhecem que precisam de melhorias em suas capabilidades além de treinamento e suporte, estes indicados como habilidades-chaves  de gerenciamento de riscos.

Das top áreas nas quais os respondentes disseram que suas organizações devem investir em treinamento e informação, 61% disseram gerenciamento de riscos; 53% avaliação de riscos, 51% gerenciamento de qualidade de serviço na tercerização, 49% gerenciamento e desenvolvimento de requisitos, e 47% disseram melhores práticas de tercerização de projetos.

Para mais informações, inclusive a metodologia da pesquisa, visite www.esi-intl.com/outsourcingsurvey

28/05/2010

Dicas de experts: J. LeRoy Ward (resumo livre)

Fonte original: http://www.gantthead.com/blog/blogFinder.cfm?404;http://www.gantthead.com:80/blog/The-Money-Files/1891/



J. LeRoy Ward, PMP, PgMP, Executive Vice President, Product Strategy & Management, na ESI International.

A coisa mais importante que um gerente de projetos deve ter na cabeça ao gerenciar projetos fiananceiros.

Não importa o que os outros falem, dinheiro é o elemento mais importante em um projeto. Contabilizar os recursos financeiros e como eles foram gastos é algo que uma organização está mais interessada.

Vc precisa saber o real orçado do projeto, e necessita mantê-lo acurado, compreensivo, e com registros detalhados de todos os custos reais (gastos e pgtos). Pode não ser simples como parece. Muitas organizações não realizam esse tipo de contabilidade; elas possuem sistemas que fazem a contabilidade em uma forma geral. Primeiro, vc precisa conhecer como sua organização trata disso, e assim, fazer os ajustes de acordo.Além disso, como gerente de projetos vc não será capaz de ser também ao mesmo tempo o controller financeiro do projeto. É importante contratar um controller para esse trabalho e colocá-lo fisicamente ao seu lado no ambiente de trabalho. É importante sempre saber quanto já foi gasto e o quanto custará no trabalho ainda inacabado. Assim, vc saberá se vc precisará de mais dinheiro antes de ser perguntado.

Conselho para orçar apropriadamente e não pedir mais dinheiro depois.

Simplesmente ponha, vc tem q imaginar como alocará seu dinheiro pelos componentes do projeto. Qdo  Emaar Properties desenvolveu o Burj Khalifa em Dubai (o mairo prédio do mundo), duvido que o GP e os desenvolvedores simpelsmente disseram a todos: “Nós temos mt dinheiro, vamos iniciar o trabalho.”

O orçamento foi decomposto e alocado em ‘pacotes’ de  trabalho. Então, cada elemento do projeto tinha um orçamento, e com responsávelent que monitorava e controlava aquele pedaço do orçamento. As infos financeiras do projeto eram cobradas e agregadas e então o GP e equipe tinham uma fotografia maior do  Projeto, e então sendo capazes de tomar decisões através do board para o bem do projeto. 

É simplesmente impossível e doentio tentar gerenciar um orçamento no mais alto nível sem ter os níveis mais baixo do orçamento e de sua monitoração; Claro que se o projeto for pequeno isso pode ser feito

Para ficar claro, a melhor forma de se ter uma abordagem financeira é através de uma completa work breakdown structure (WBS). Utilizando a WBS, todos e cada entregável, tem seu prórpio orçamento monitorado.

23/04/2010

Gestão de projetos web - metodologias (Avellareduarte)

Para quem trabalha com projetos em ambientes web, uma boa dica é acessar  página do site "avellareduarte" e ler os seus excelentes textos.


Contextos de projetos web

Planejamento estratégico (institucional)
Etapas do planejamento estratégico
Plano de comunicação e web sites
O valor do planejamento
Estratégia web
Linhas de ação para estratégia web
Sites e portais
Tipos de portais
Projeto
Etapas de um projeto
Programa e portfólio de projetos
Gestão de projetos web - metodologias
Alessi e metodologias inovadoras
Ferramentas online de gestão
Inteligência coletiva e Web 2.0
Web 2.0 nas empresas
Pesquisas sobre Web 2.0 nas empresas
Desafios da web 2.0 corporativa
Modelos em experiência
Inteligência competitiva
Portais corporativos
Funcionalidades dos portais
Comunidades virtuais de prática
Comunidades online de clientes
Wikis
Wikis nas empresas
Blogs nas empresas
CRM
CRM em web sites
Gestão de informações
Comércio eletrônico (e-commerce)
Relacionamento personalizado
Processos de logística
Relação valor-tecnologia
Pesquisas de satisfação
Dados sobre comércio eletrônico
Negócios eletrônicos
Redes de negócios
Serviços web (web services)
SOA (Arquitetura orientada a serviços)
Web semântica
Aprendizado pela Internet (e-learning)
Aspectos pedagógicos
Aspectos tecnológicos
Aspectos organizacionais
Recursos e aplicações
Equipes multidisciplinares
Abordagem objetivista
Abordagem construtivista
Inovação funcional
Criação em ambientes estruturados

Clique Aqui para acessar a página

03/09/2009

Antecipando os erros mais comuns

As pressões para realizar entregas em curto prazo podem levá-lo a agir hoje de tal maneira que haverá um preço caro demais para se pagar amanhã. Especialmente quando falamos de projetos pequenos, menos formais, os quais se sente que não há a necessidade de planejamento e controle organizados, estruturados.

Alguns casos frequentes:

_ Pular a fase de planejamento:

Já se tem a concepção do projeto e percebe-se que é de curta duração, e vc pensa: "Pq não iniciar agora mesmo o trabalho? Parece uma boa idéia, mas lembre-se: vc não tem todas as atividades definidas! Basta esquecer de fazer uma atividade ou fazê-la de maneira incorreta para q um dos objetivos do projeto esteja compremetido.

Outras variações desse mesmo caso:

“Já fizemos esse projeto muitas vezes antes, então pq temos q planejar novamente?”
Mesmo q projetos possam ser similares, SEMPRE haverá elementos diferentes. Projetos nunca sao iguais. É importante dedicar um momento para veririficar se seu plano está endereçado para a situação atual.

• “Nosso projeto é algo totalmente diferente, então o q adianta tentar planejar?"

Isso é algo como se vc estivesse em uma cidade em q nunca esteve antes e se perguntar: o que adianta traçar uma rota, se não conheço nada por aqui? Planejar um novo projeto se torna importante exatamente pelo motivo de ninguém ter passado por esse caminho antes. Embora seu plano inicial possa ter q ser revisado durante o projeto, vc e sua equipe precisam ter a declaração das intenções do seu plano.

_ Omitir as etapas de iniciação completamente:

Geralmente, a pressão por tempo é a culpada aqui. Pessoas não apreciam a necessidade de definir procedimentos e relacionamentos antes do trabalho começar efetivamente. Muitos projetos em execução perdem o sentido devido a uma justificativa de projeto mal fundamentada ou desnecessária para a organização. Outros geram prejuízo porque foi ignorada a análise de viabilidade do projeto.

_ Encerrar parcialmente as fases de encerramento:

No fim do projeto, geralmente todos estão preocupados com um novo projeto. Recursos escarços e curtos deadlines encorajam esse comportamento, e um novo projeto será sempre muito mais empolgante do que organizar um projeto velho.

_Ignorar os fatores gerenciais:
Uma visão gerencial deve influenciar os ambientes internos e externos do projeto, pois há inúmeros fatores aparentemente externos que impactam fortemente o andamento das atividades. Por exemplo: contexto político (empresarial, grupos de pressão etc.), ritmo e cultura da organização, fatores ambientais, movimentos de classe, interesses adversos ao projeto etc.

26/08/2009

BSC: Entrevista com Robert Kaplan

Era uma vez a empresa João & Maria Associados, que tinha como meta aumentar os lucros. Seus sócios não sabiam por onde começar e foram consultar Robert S. Kaplan, professor da Harvard Business School, que os aconselhou, antes de mais nada, a esquecer os lucros.

"O quê?", espantaram-se os dois.

Isso mesmo, eles deveriam escolher um fator impulsionador para sua meta. Entre as opções consideradas, João decidiu-se por ampliar a participação de mercado.

"Mas como?", perguntou Maria.

Kaplan novamente lhes pediu que apontassem um fator impulsionador. "Talvez aumentando o nível de satisfação do cliente", respondeu Maria.

"Mas como?", foi a vez de João perguntar.

"Escolha um fator impulsionador da satisfação", disse Kaplan mais uma vez. E então os sócios concordaram que reduzir o prazo de entrega dos produtos seria um bom impulso.

"Mas como fazer isso?", disseram os dois ao mesmo tempo.

A essa altura, o leitor já deve estar respondendo mentalmente: "Escolha um fator impulsionador que agilize o processo de produção!" Maria e João também pensarão um pouco mais e devem chegar à conclusão de que esse fator pode ser treinar os funcionários em processos just-in-time.

A história hipotética da João & Maria Associados mostra que vários indicadores de desempenho, como lucro, participação de mercado e satisfação do cliente, formam uma cadeia de relações de causa e efeito e funcionam como fatores impulsionadores uns dos outros. E são justamente esses dois conceitos - a cadeia de relações de causa e efeito e os fatores impulsionadores - que fazem a essência do Balanced Scorecard, a ferramenta de gestão criada por Robert Kaplan e David Norton.

Nesta entrevista, Kaplan explica o scorecard, que nasceu como um novo sistema de medição de desempenho com base em indicadores financeiros e não financeiros e acabou se tornando um novo sistema gerencial, adotado por diversas grandes empresas.

O que é o Balanced Scorecard e quais são as vantagens de sua implementação nas empresas?
Robert Kaplan - O Balanced Scorecard (BSC) é um sistema de avaliação de desempenho empresarial, e seu principal diferencial é reconhecer que os indicadores financeiros, por si mesmos, não são suficientes para isso, uma vez que só mostram os resultados dos investimentos e das atividades, não contemplando os impulsionadores de rentabilidade a longo prazo. O BSC complementa as medições financeiras com avaliações sobre o cliente, identifica os processos internos que devem ser aprimorados e analisa as possibilidades de aprendizado e o crescimento, assim como os investimentos em recursos humanos, sistemas e capacitação que poderão mudar substancialmente todas as atividades. Uma empresa que implementa o BSC sabe que é necessário ter bom desempenho em várias dimensões, e não só no aspecto financeiro, para conseguir êxito de longo prazo. Em termos de benefícios adicionais, eu diria que ele oferece uma visão sobre o futuro e um caminho para chegar até ele, o que o transforma em sistema de gestão.

O senhor já assinalou que, entre todos os aspectos de análise de desempenho financeiro empresarial, os mais importantes são o processo de aprendizado e as possibilidades de crescimento. Qual a razão disso?
Robert Kaplan - O aprendizado e o crescimento são aspectos-chave porque formam a base da melhoria da qualidade e da inovação. Uma empresa pode funcionar muito bem do ponto de vista financeiro, ter boas relações com os clientes e contar com excelentes processos, mas, se outra empresa obtiver vantagens semelhantes, isso de nada adiantará. É preciso que os executivos se dêem conta de que a fonte de crescimento e aprendizado são os funcionários da empresa - somente graças a eles é possível continuar melhorando as operações. E como levar os funcionários a isso? Até pouco tempo atrás, as empresas conseguiam fazer isso trabalhando com um sistema de planejamento e controle de cima para baixo, no qual a alta direção determinava os objetivos e traçava as estratégias para seguir e depois divulgava as metas para os outros níveis da empresa, distribuindo as ordens para que as estratégias fossem postas em ação. Esse sistema funcionava bem nas organizações verticais tradicionais, nas quais todo o conhecimento parecia estar no ponto mais alto da pirâmide. As pessoas eram contratadas simplesmente para executar as instruções estabelecidas pelos dirigentes da empresa. Atualmente, ao contrário, é necessário que a organização conte com pessoas de grande capacidade intelectual.

Como funciona e qual é a finalidade do sistema de feedback?
Robert Kaplan - O processo de feedback estratégico, que faz parte do BSC, representa um avanço em relação ao sistema de planejamento e controle descendente. Ainda que as metas continuem sendo determinadas pelos níveis hierárquicos superiores, elas devem ser transmitidas de outra maneira para o restante da organização, para que cada um de seus membros as compreenda já que todos estarão capacitados para contribuir com idéias. Assim, ao entender os objetivos que a empresa pretende alcançar, os gerentes de nível médio, os funcionários de níveis hierárquicos inferiores e o pessoal da linha de frente terão os conhecimentos necessários para fazer sugestões sobre como implementar as estratégias traçadas pela alta gerência. O grande desafio, aliás, está em obter um comprometimento maior da gerência média e dos funcionários de linha de frente. Já a finalidade é verificar se a estratégia realmente corresponde às expectativas existentes no momento em que foram fixadas. Ele indicará se a participação de mercado aumentou em relação aos clientes-alvo, se a empresa está oferecendo mais valor para esses clientes especiais, se está melhorando seus processos internos, se está criando novos produtos e serviços, se os funcionários estão sendo treinados de forma contínua e se está usando novas tecnologias.

O que o sr. quer dizer quando afirma que o aprendizado deve acontecer em dois ciclos (double loop)?
Robert Kaplan - O aprendizado de um só ciclo pressupõe que os objetivos fixados inicialmente continuam válidos e também que, para alcançá-los, basta corrigir as ações que se desviam dele. O aprendizado de ciclo duplo, ao contrário, considera que as suposições iniciais não eram obrigatoriamente corretas ou talvez tudo tenha mudado desde então. Esse tipo de aprendizado obriga a questionar as suposições sobre a própria capacidade da empresa, seus concorrentes, seus clientes, o mercado e, em função de tudo isso, a determinar se a estratégia que está sendo usada continua válida. Se a conclusão for "não, não continua válida" a estratégia terá de ser modificada e atualizada de acordo com as novas condições. O aprendizado de ciclo duplo reforça a idéia de que estamos sempre dispostos a mudar a estratégia a partir dos novos conhecimentos adquiridos.

Que tipo de informação é necessária para implementar o BSC e como este deve ser organizado?
Robert Kaplan - A informação é obtida de fontes diferentes. Para ter acesso aos dados da empresa, é preciso atribuir responsabilidades aos que chamo "donos de medições". O setor financeiro, como é óbvio, estará encarregado dos gastos, benefícios e dados semelhantes. O departamento de recursos humanos medirá as habilidades, a capacidade e a satisfação dos funcionários, e assim por diante, em todas as áreas da empresa. Em outras palavras, uma vez que a organização tenha decidido o que quer medir e designar os responsáveis específicos por área, caberá a essas pessoas coletar os dados mensalmente e encaminhá-los a um ponto central. Resumindo, portanto, grande parte da informação provém dos sistemas existentes: os sistemas de clientes, os sistemas financeiros, os sistemas de fabricação, os sistemas de recursos humanos. Mas o objetivo é que não seja um sistema muito caro para a empresa operar. O BSC não deve ser demasiadamente complexo. A simplicidade é uma das chaves do sucesso.

O sr. poderia mencionar algumas das empresas que implementaram com êxito o Balanced Scorecard?
Robert Kaplan - Conheço os casos dos Estados Unidos. Empresas como Mobil Oil, Chase Manhattan e a seguradora CIGNA. A Xerox também o aplica satisfatoriamente em suas operações de varejo.

Para terminar, qual é, a seu ver, o papel do principal executivo financeiro de uma empresa?
Robert Kaplan - Os executivos financeiros no comando - diretores, vice-presidentes - atuam de duas maneiras diferentes: alguns se consideram, simplesmente, responsáveis por aumentar a pontuação da empresa no mercado. Querem ser neutros e querem dados com a objetividade e integridade possíveis úteis e importantes nesse, porém, a meu ver, não costumam gerar novas idéias; em geral são pessoas que vêm de áreas de contabilidade e auditoria, treinadas para pensar e agir dessa forma. Mas também há os executivos financeiros que realmente aspiram a algo mais. Querem participar da elaboração de estratégias, ajudar em sua implementação e promover o feedback desse processo. Este é um papel muito diferente: não querem apenas se ocupar da escrituração, contábil, da captação de recursos e do controle do dinheiro - ou seja, atuar como meros tesoureiros -, mas questionam e avaliam permanentemente a estratégia para que esta renda frutos à empresa. Além disso, oferecem informações financeiras muito valiosas nas discussões sobre estratégia e nas demais tarefas vinculadas à alta direção. Conheço os dois tipos de executivos financeiros, mas prefiro trabalhar com os últimos, porque estão mais interessados em sistemas gerenciais como o ABC e no BSC.

Fonte: HSM


Clique Aqui para acessar a matéria do Mundo PM de autoria de Américo Pinto sobre a aplicação em gerenciamento de projetos.


14/08/2009

Autoconfiança - fator-chave em GP (1/2)

Ser autoconfiante é ser decisivo, provar novas coisas, manter-se sob controle em tempos de crise.

Mas, uma pessoa ALTAMENTE autoconfiante é tudo isso e ainda levar a vida com paixão e entusiasmo. Estar motivado.

Pessoas autoconfiantes tendem a conquistar a própria confiança e respeito dos demais, o q gera mais autoconfiança - um ciclo virtuoso.

Mas, não é tão simples iniciar esse ciclo.

É preciso passar a observar o quão eficaz vc acredita ser ao desempenhar tarefas específicas e, a partir daí, avaliar a relação entre a habilidade esperada e o seu desempenho efetivo de realização.
Ter autoconfiança é ter uma força de acreditar em algo. É encarar os obstáculos como desafios, e não ter medo de enfrentar coisas novas ou desconhecidas. É procurar ver primariamente suas falhas como circunstâncias externas e, pouco considerar, as suas fraquezas internas.

A crença em suas habilidades afeta a sua motivação, suas escolhas, suas dificuldades, e sua determinação. Assim, a autoconfiança geralmente afeta o quão bem vc desempenha, e quão satisfeito vc é como as escolhas que faz.

Por isso é importante que vc entenda o seu nível atual de autoconfiança. Sabendo disso, vc será capaz de identificar onde vc pode melhorar, e fazer planos.

A sua autoconfiança afeta a sua habilidade em desempenhar? Faça esse pequeno quiz e descubra:

Quão autoconfiante vc é? (em inglês): http://www.mindtools.com/pages/article/newTCS_84.htm


© Mind Tools Ltd, 2008.

Construindo confiança
Há 4 fontes geradoras de autoconfiança:

Experiências mestras - coisas que vc viveu no passado.
Experiências Vicariosas - coisas que vc viu em outras pessoa coisas;
Persuasão Social - coisas que vc escutou de outras pessoas sobre o que vc é capaz.
Status Emocional - coisas que pressionam seu emocional.
3 das 4 fontes (a 1ª, 2ª e a 4ª) estão sob o seu controle, então, vamos focar nelas um pouco mais. Embora não podemos forçar as pessoas a nos falarem boas coisas sobre nós mesmo ( a 3ª fonte), podemos aumentar a probabilidade de receber feedbacks positivos sendo mais confiantes de uma forma geral.

(CONT.)

16/07/2009

Eventos de projetos em tempo real: "Seu entregável está pronto"

Uma forma criativa de report que os Gerentes de Projetos 2.0 estão cada vez mais explorando é o uso de mecanismos como o twitter.

Ao ver o video abaixo pense sobre os projetos qe possuem evento críticos que precisem de report em real-time, transparência, agilidade, e etc...

Para isso, eu utilizo atualmente a ferramenta Windows Sharepoint Services (WSS), webpart de ALERTAS. Diretores da minha empresa e outros stakholders recebem em seus emails cada post lançado meu sobre o projeto que participo. E agrada muito!

Ah, e o WSS é gratuito, vem junto com o WINDOWS corporativo.


... "Todos os seguidores do padeiro recebem um alerta do Twitter que os informa q está na hora do pão. Ou do Croissant, ou qq coisa mais..." ...

BakerTweet from POKE on Vimeo.

28/06/2009

Lições Aprendidas

"Uma vantagem que tem de fixar objetivos vagos (indeterminados) em um projeto é que os custos são valorados de forma mais conveniente, principalmente para justificar o projeto"

"As equipes técnicas de projeto detestam os relatórios de avanço pq fica evidente a ausência dos avanços".

"Em todos os projetos há uma desnecessária complexidade introduzida pelos próprios especialistas, no afã de resolver problemas tecnicamente complexos de interesse pessoal"

"O cliente ou partes interessadas erram em não concretizar suas necessidades e incluir alterações durante a execução do projeto. O gerente de projetos erra ao não captar as necessidades dos clientes e partes interessadas e achar q consegue executar segundo seu conhecimento e gosto."

12/05/2009

Viabilidade Econômica de Empreendimentos



Um excelente capítulo de Engenharia Econômica sobre viabilidade abordando conceitos chaves de Taxas de Juros, Fluxo de Caixa, Condições de Risco, Condições de Equilíbrio e Sensibilidade de um empreendimento.

Clique no link abaixo e faça o seu download.




12/04/2009

ISO 31000: Norma de Gestão de Riscos

A partir de outubro de 2009 corporações dos mais diversos portes e segmentos
contarão com uma norma universal voltada especificamente para a Gestão de Riscos:

ISO 31000: Principles and guidelines for risk management.

Pode ser aplicada por empresas ou indivíduos e fornece diretrizes para implementação de gestão de riscos em organizações de qualquer tipo, tamanho ou área de atuação, na busca de formatos para lidar com as incertezas que podem afetar os seus objetivos. Estes objetivos podem estar relacionados com várias atividades da organização, desde as iniciativas estratégicas como as atividades operacionais, processos ou projetos.

16/03/2009

Gerenciamento de projetos aplicada a área de desenvolvimento de software

Vocês sabiam que existe um Guia para o Corpo de Conhecimento da área de Engenharia de Software? Pois é bem similar ao famoso PMBOK.

O SWEBOK (Guide to the Software Engineering Body of Knowledge)
possui 10 Áreas de Conhecimento onde cada uma é um capítulo do Guia:
  1. Requisitos de Software;
  2. Projeto de Software;
  3. Construção de Software;
  4. Teste de Software;
  5. Manutenção de Software;
  6. Gerenciamento da Configuração de Software;
  7. Gerenciamento da Engenharia de Software;
  8. Processos de Engenharia de Software;
  9. Métodos e Ferramentas de Engenharia de Software;
  10. Qualidade de Software.

Leiam mais e acessem o documento do Guide to the SWEBOK aqui http://www.swebok.org/index.html

24/01/2009

Comunicação PMI-Rio


Em 31/12/2008 o PMI disponibilizou aos associados em seu site as atualizações dos standards: A Guide to the Project Management Body of Knowledge (PMBOK® Guide) - Fourth Edition, The Standard for Program Management e o The Standard for Portfolio Management e o Organizational Project Management Maturity Model (OPM3®).

Leia mais na area de notícias do PMI-RIO em http://www.pmirio.org.br/

COMUNICAÇÃO
PMI –RIO DE JANEIRO

20/01/2009

As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança

1. A Lei da Cobertura
A habilidade de Liderança determina o nível de eficácia de uma pessoa.

2.A Lei da Influência
A real medida da liderança é a influência. Nada mais, nada menos.

3. A Lei do Processo
Liderança de desenvolve diariamente, e não em um dia.

4. A Lei da Navegação
Qualquer pessoa pode viajar de navio, mas cabe a Líder mantê-lo no curso.

5. A Lei de E. F. Hutton
Quando um verdadeiro líder fala, todos escutam.

6. A Lei do Solo Firme
Confiança é o fundamento da Liderança.

7. A Lei do Respeito
Pessoas naturalmente seguem líderes com mais firmeza do que a elas mesmas.

8. A Lei da Intuição
Líderes avaliam tudo sob a perspectiva de liderança

9. A Lei do Magnetismo
Vc é quem vc atrai

10. A Lei da Conexão
Líderes falam ao coração antes de pedir uma mão.

11. A Lei do Círculo Interno
O potencial de um líder é determinado por aqueles ques estão mais próximos a ele.

12. A Lei do EMPOWERMENT
Somente líderes seguros concedem poderes a outros.

13. A Lei da Repordução
É papel do líder criar outro líder.

14. A Lei do BUY-IN
Pessoas compram líderes, e depois a visão.

15. A Lei da Vitória
Líderes acham um caminho para a equipe vencer.

16. A Lei do Grando MO
O Momento é o melhor amigo de um líder.

17. A Lei das Prioridades
Líderes entendem que uma atividade não é necessariamente uma realização.

18. A Lei do Sacrifício
Um líder deve ceder para crescer.

19. A Lei do Timing
Quando liderar é tão importante quanto "O que fazer" e "Onde ir"

20. A Lei do Crescimento Explosivo
Para ter crescimento, lidere seguidores. Para multiplicar, lidere líderes.

21. A Lei do Legado
O último valor de um líder é medido pela sua sucessão.

09/01/2009

Metodologia Avaliação de Impacto Ambiental de um projeto (LINK QUEBRADO)

Ao planejar um projeto é indispensável determinar os efeitos que se tem sobre o meio ambiente. A profundidade da Avaliação do Impacto Ambiental (AIA) e das atividades destinadas a adaptar o projeto a critérios ecológicos dependem de muitos fatores.



Aqui se encaixam os projetos tipo instalações industriais com emissões de substancias contaminantes (p. ex., refinarias), de infraestrutura com efeitos de difícil dimensionamento e outrs qye incidem de forma sensível ao regime natural (p. ex., mineradoras, exploração de madeira, utilçização de recursos hídricos).

Baixe essa monografia de um aluno cubano e dê uma olhada nessa metodologia já pronta para ser utilizada. (em espanhol)


(Link quebrado, desculpem-me)