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08/11/2010

As razões principais motivadoras de atrasos em projetos


Alterações ou adição de requisitos são as causas primárias dos atrasos em projetos, segundo os resultados da recente Survey Says (pesquisa online realizada pela ProjectsAtWork). Os praticantes de gerenciamento de projetos tb citaram a falta de envolvimento dos stakeholders e a fraca comunicação como razões comuns de atrasos.

 
A pesquisa referente ao mês de setembro de 2010 verificou que:

Qual seria a razão No. 1 para os atrasos dos projetos?
  • 41% responderam “mudança e adição de requisitos”;
  • 30% responderam “falta de envolvimento dos stakeholders ou de conhecimento";
  • 24% responderam "fraca comunicação";
  • 5% responderam “processos ou novas tecnologias novos ou não familiares".
Qual seria a razão No. 2 para os atrasos dos projetos? 
  • 35% responderam  “mudança de requisitos”; 
  • 29% responderam "fraca comunicação";
  • 21% responderam “falta de envolvimento dos stakeholders";
  • 14% responderam “processos não familiares".

Combinando as repostas para as 2 razões principais motivadoras de atrasos:
  • 76% responderam “mudança de requisitos”;
  • 53% responderam "fraca comunicação";
  • 51% responderam “falta de envolvimento dos stakeholders";
  • 19% responderam “processos não familiares".

Interessante, não é? Os pricipais motivadores são razões generalistas, e não sobre complexidade de processos novos, expertises ou especificidades de uma técnica.... por isso um GP que estruture os processos é um diferencial muito importante hoje em dia.
 
A pesquisa contou com 168 respondentes da comunidade ProjectsAtWork.

31/08/2010

Cultivando uma mentalidade de Portfolio



Esses dias tive a oportunidade de assistir a apresentação da estratégia feito por um executivo.
No contexto de uma nova administração, todos os presentes estavam focados no programa de transição e as prioridades iniciais. Acredito que na turbulência de mudança, as perguntas que pressionam as mentes de todos eram:  E aquele problema crônico na área B?  Haverá cortes? Como a administração irá priorizar as suas metas acordadas com os diferentes stakeholders? Como iremos combater o novo entrante XPTO no nosso mercado? Quais são os novos negócios? O que há de diferente? Quais os programas e projetos que serão iniciados?
A apresentação não estava completa, mas continha a relação bem estruturada dos projetos definidos para a execução da estratégia.

"Ao cultivar e promover uma mentalidade de portfolio e
aplicar os seus princípios de gerenciamento em todos os níveis, 
as questões cruciais da empresa são praticamente endereçadas."

A mentalidade de portfolio oferece um foco estratégico no conjunto de ações. Assegura que todos estejam trabalhando nos projetos certos com as prioridades certas, e não se prendendo em atividades de baixo valor ou que não tenham recursos alocados.

De acordo com a Norma de Gerenciamento de Portfolio (PMI), um portfolio é uma coleção de projetos e programas e qualquer outro trabalho que uma vez agrupados facilitam a eficácia do gerenciamento de atingir os objetivos estratégicos do negócio.

O Gerenciamento do Portfolio foca nos processos de identicar, selecionar, priorizar, governar, medir e reportar os projetos e programas para que atinjam objetivos específicos de negócio.

Uma mentalidade de portfolio requer que, em algum ponto no tempo, os gerentes:
  1. Façam o inventário de todos os projetos e programas presentes no portfolio, e estejam familiarizados com eles.
  2. oquem na grande fotografia com claresa de propósitos e baseados nos objetivos estratégicos.
  3. Continuamente, avaliem e balanceiem prioridades, tendo como base os 4 R’s
    • Rewards  = Ganhos (benefício);
    • Riscos;
    • Recursos;
    • Relacionamento (o impacto de fazer um projeeto sobre outros projetos que já existem ou que estejam  ou planejados).
Enqto riscos e ganhos são considerações feitas para avaliar projetos individuais, o risco de relacionamento é frequentemente ignorado. Este risco é a respeito da derivação de como o projeto está relacionado com os outros no portfolio incluindo os impactos em demandas e dependencias de custo, cronograma,  e recursos.

Uma mentalidade de portfolio dá visibilidade dos relacionamentos entre projetos e os seus impactos na competitividade por prioridades .
Para cultivar uma mentalidade de portfolio é necessário ter uma liderança para canalizar por toda  organização o foco em objetivos estratégicos chaves, e fazer o balaceamento das prioridades em todos os níveis.

Outras aplicações
  • Para os novos administradores, como também para as novas empresas, o desafio não é agarrar todos os programas que deveriam ser feitos, mas os programas que não deveriam ser feitos. 
  • Gerenciamento de Portfolio pode ser uma filosofia de vida; . No nível pessoal, a mentalidade de portfolio pode ajudá-lo a tomar melhores decisões,  tais como as escolhas de despesas. 
  • No nível profissional, seu portfolio é seu resume ou curriculum vitae (CV) de todos os seus projetos e realizações. 

 Baseado nos artigos de Mr. Duggal que é líder do PMI SeminarsWorld®r, Diretor da Projectize Group LLC e líder do seminário Building the Next Generation PMO and Portfolio Management.

23/08/2010

Maturidade da Organização

Maturidade é crescimento, ou melhor, crescer através do tempo.

As organizações devem levar em conta que, ao implementar um novo processo, durante um período o desempenho sofrerá devido à inexperiência dos envolvidos nas novas atividades. O que chamamos de falta de maturidade.

Geralmente, em uma implementação bem feita, o líder do projeto define e se intera do processo com um pouco mais de profundidade e procura informar aos participantes que o entendimento das novas atividades deve ser passado em sequencia, de uma pessoa para a outra. Isso resulta em uma significativa melhora em menor período de tempo, e assim que o processo for definido pelas próprias pessoas que o manuseia, passa a ser padronizado e as pessoas novas começam a seguir o mesmo fluxo.

O gerenciamento PMO de uma implementação pode incluir um critério de qualidade e iniciar a medição das durações de tempos, principalmente nas passagens de bastões. Quando as pessoas envolvidas no processo sabem que estão influenciando a medição, parece mágica, mas passa a ser possível enxergar as melhorias consistentes de desempenho.

A partir daí, o gerenciamento PMO pode provocar (desafiar) os participantes a melhorar os seus tempos. Nem que seja em apenas alguns segundos. Observe como cada integrante do processo tenta controlar e melhorar seu processo, cada um a sua vez e maneira.


Essa sistemática PMO é a demonstração de implementação progressiva, o qual envolve 4 passos:
  • Padronização;
  • Medição;
  • Controle 
  • Melhoria.
Esse modelo tb é base para os passos no Organizational Project Management Maturity Model (OPM3®).
O processo implementado tipicamente melhora em um continuum através dos passos acima.

Então ao iniciar um novo processo (ou uma nova área com novos processos), a ênfase inicial estará na padronização de seus processos e atividades, implementar uma estrtura de trabalho, e muito foco em treinamento e gerenciamento de recursos. Importante nesse momento criar métricas e medições.

Além dos 4 passos acima, a maturidade também na compreensão e evolução da expertise técnica do processo. Se fosse uma área de projetos, por exemplo, seguiria também a evolução das dimensões de gerenciamento de projetos, programas e portfolio.

Baseado nos artigos de Mr. Duggal (líder do PMI SeminarsWorld®, Diretor da Projectize Group LLC)

20/04/2010

Levantamento de empresas com Políticas de GP formalizadas

Resultado parcial do levantamento de empresas com Políticas de Gerenciamento de Projetos formalizadas. Aqueles que quiserem fazer novas contribuições peço que enviem e-mail para magno@beware.com.br

 EMPRESA / SETOR
  • DOCUMENTO
  • AMPLITUDE
  • APROVAÇÃO
 CHESF
Planejamento e Controle dos Empreendimentos
DSE - Departamento de Projeto e Construção de Subestações
Gerente do DSE

Petrobras
Sistemática corporativa de projetos de investimento do sistema Petrobras – planejamento,

aprovação e acompanhamento de projetos de investimentos
Petrobras (Corporativo)
Não informado

TRANSPETRO
Sistemática de Gestão de Empreendimentos
TRANSPETRO (Corporativo)
Gerente geral de Empreendimentos

Exploração e Produção da Petrobras
PRODEP – Manual do Programa de Desenvolvimento e Implantação de Projetos de E&P
Diretoria de E&P
Gerente Executivo de E&P

Engenharia da Petrobras
MAGES – Manual de Gestão de Empreendimentos
Engenharia
Gerente Executivo da Engenharia

TIC da Petrobras
Manual de Gestão
TIC
Gerente Executivo da TIC

Instituto Ronald McDonald
Manual de Projetos
Instituto (Corporativo)
Presidente

TIM Brasil
Política de Gerenciamento de Projetos
TIM Brasil (Corporativo)
Diretor PMO Corporativo

Oi
Política de Gerenciamento de Projetos
Oi (Corporativo)
Diretor de Gente

Accenture
Não informado
Accenture (Corporativo)
Não informado

Guimar Engenharia
Não informado
Não informado
Não informado

Logos Engenharia
Não informado
Não informado
Não informado

por Carlos MAGNO da Silva Xavier (M.Sc., PMP)

01/09/2009

Projeto ou processo. Questão de escolha?

A abordagem de processo, como a sistematização do conhecimento que permite fazer mais por menos, cria um círculo virtuoso de aprendizado para melhoria. Mas mesmo nas organizações onde predominam processos, é fundamental o projeto.
Por Roberto Rinaldi Jr.


Uma questão freqüente entre gestores de empresas preocupados com melhoria do desempenho é:

"devemos organizar por projetos ou por processos?"

Ou ainda:

"como resolver o conflito entre projeto e processo?"

Há os que dizem

"o que funciona agora é abordagem por processos", com uma afirmação pretensamente revolucionária.

E outros já dogmatizam:

"processo já era, pois tende a engessar a estrutura e tolher a criatividade".


Para chegar a uma posição consistente, devemos partir da definição.

Projeto é um empreendimento com começo e fim pré-estabelecidos, que visa desenvolver solução para um problema ou atender à demanda específica de uma pessoa ou organização cliente. Além disto, são características essenciais a sua singularidade e alguma incerteza quanto aos resultados e condições para sua realização, até porque normalmente envolve criação ou mudança. A gestão do projeto é focada na busca de resultados esperados com máxima aderência de prazo e recursos. Pressupõe inovação.

Processo é uma ordenação lógica de atividades interligadas, para realizar sistematicamente produtos ou serviços que representam valor para uma pessoa ou organização cliente. Dessa forma, são características essenciais a sua regularidade, a previsibilidade do resultado e o conhecimento das condições para sua realização. A gestão do processo foca em assegurar o resultado planejado, com a menor variação possível, o que deve ocorrer indefinidamente. Pressupõe ciclos de aprendizado.

Com base nessas definições, podemos entender que há organizações em que predominam projetos, notoriamente as voltadas ao desenvolvimento: empresas de arquitetura e construção, laboratórios de pesquisa, engenharia de produtos, propaganda e marketing.

Por outro lado, em todas as empresas existem processos, formalizados ou não, como, por exemplo, as rotinas de contabilidade. Em termos de negócio, falamos de processos como a estruturação das práticas que permitem produzir com eficiência sua proposição de valor para o seu mercado alvo. Fabricantes de bens e consumíveis, redes de alimentação, prestadores de serviço em geral são exemplos onde processos asseguram condição para atender aos compromissos de entrega e satisfação pré-estabelecidos.

Fazer mais e melhor por menos – Com clientes cada vez mais sofisticados e exigentes e aumento da oferta, a equação tende a favorecer quem faz mais, melhor e por menos. Isso implica negócios cada vez mais complexos, capazes de agregar mais valor, seja criando novos produtos ou integrando mais serviços, ao mesmo tempo em que reduzem custos otimizando a cadeia de suprimentos.

Mais do que ativos físicos, a vantagem competitiva hoje está apoiada na capacidade de interpretar rapidamente os anseios do mercado e coordenar competências essenciais para traduzi-los em produtos e serviços com valor superior.

Como conseguir?

A abordagem de processo, como a sistematização do conhecimento que permite fazer mais por menos, cria um círculo virtuoso de aprendizado para melhoria. Mas mesmo nas organizações onde predominam processos, é fundamental o projeto, pois sem inovação poderá não haver resposta compatível com a velocidade das mudanças e com as demandas dos clientes.

A estruturação em processos viabiliza e dá sustentação ao ambiente cada vez mais complexo das organizações modernas, integrando pessoas e sistemas num ambiente colaborativo. O enfoque de projetos, por sua vez, imprime a dinâmica da ruptura, da mudança, da superação em busca de novos patamares de valor e desempenho.

Conclusão: precisamos das duas abordagens para enfrentar o desafio da administração moderna. Na sua coexistência coordenada temos o melhor dos mundos.

Autor: Roberto Rinaldi Jr. é sócio-diretor da ProBusiness, consultoria para transformação organizacional e gestão, em São Paulo.
22/02/2006

13/08/2008

The Complete PMO Handbook - RESUMO - 2ª parte

As funções do PMO
São 20 funções-modelos, agrupadas em 5 categorias, para a aplicação prática das soluções de supervisão, controle e apoio ao ambiente de gerenciamento de projetos:

  1. Gerenciamento de Práticas;
  2. Gerenciamento de Infra-estrutura;
  3. Integração de Recursos;
  4. Suporte Técnico;
  5. Alinhamento com o Negócio;


20 Pm
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14/07/2008

The Complete PMO Handbook - RESUMO - 1ª parte

Visão Geral:
Nas empresas, cada vez mais há a necessidade de uma entidade organizacional — o Escritório de Gerenciamento de Projetos (EGP ou PMO) - para atuar na capacidade de visibilidade, controle e suporte dos projetos de uma determinada unidade de negócio ou corporativos. O PMO se posiciona como um integrador do negócio — seja no papel de gerenciar múltiplos projetos e programas ou seja no papel de representar o ambiente de gerenciamento — de modo a alinhar todas as pessoas (project stakeholders), processos (metodologias e práticas) e ferramentas (sistemáticas automatizadas) que gerenciam ou influenciam o desempenho de cada projeto.

O PMO, por centralizar todo esse conhecimento, pode ajudar um Gerente de Projetos e a unidade de negócio no entendimento e aplicação das práticas profissionais de gerenciamento de projetos que a empresa acredita que sejam as mais adequadas, adaptando e integrando a cada esforço do projeto os interesses do negócio com os quais estão associados.

Mas, há uma única forma de montar um PMO?
Não. Cada empresa deve estabelecer seu(s) PMO(s) de acordo com suas necessidades ou urgências. Porém, na literatura encontramos alguns padrões que podem servir como referência para um iníco de adequação específica.

Geralmente, encontramos os tipos de PMO distribuídos em 5 etapas de crescimento tanto em capacidade quanto de competência, representando em seu conjunto a maturidade organizacional em gerenciamento de projetos. São essas:



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A nomenclatura é puramente convencional e pode ser adaptada para cada caso.
É crítico discernir o nível aproximado de competência e funcionalidade que a organização necessita. Nem todas as organizaçoes precisam percorrer todas as etapas, mas geralmente a etapa 3 - o PMO Padrão é o mais adequado.

Etapa 1: O Escritório de Projetos
É a unidade fundamental da visão geral do ambiente de projeto. O Escritório de Projetos é criado sob o domínio do Gerente de Projetos o qual está com a responsabilidade de um ou mais projetos. Tem a função de asseguarar o profissionalismo e a excelência na aplicação dos princípios e práticas aceitos para cada projeto. Mais de um Escritório de Projetos pode existir dentro da empresa e daí surge o desafio de cada um deles ter uma abordagem comum. Um PMO de mais alto nível pode ter esse objetivo.
Por definição, o Escritório de Projetos não se dedica a mais do que um Gerente de Projetos e não possui um nível de autoridade de progamas ou relevância na estratégia de negócio.

Principais atividades:
  • Aplicar princípios e técnicas de gerenciamento de projetos;
  • Produzir entregáveis associados aos objetivos do projeto;
  • Gerenciar os sinais vitais de cada projeto — custo, cronograma e alocação de recursos;
  • Otimizar a análise de desempenho do projeto;
  • Facilitar as correções de desvios de projetos;
  • Servir como interface direta para a equipe do projeto sobre os métodos de gerenciamento (a equipe técnica está preocupada em gerar um produto de qualidade e a equipe de gerenciamento está preocupada com o gerenciamento do projeto);
  • Aplicar as políticas, diretrizes, normas e procedimentos da empresa.
  • Atuar como supervisor corporativo;
  • Servir como primeiro nível de gerenciamento e último nível técnico;

Etapa 2: O PMO Básico
É o primeiro nível que lida com a supervisão e controle de múltiplos projetos e a integração de gerentes de projetos. Pode também ser dedicado a um programa específico e a um Gerente de Programa.
A equipe do escritório é mínima, em alguns casos, apenas um indivíduo 100% alocado. O escritório pode centralizar várias atividades tais como:

  • Estabelecer uma metodologia;
  • Oferecer meios de compilação de resultados integrados;
  • Analisar status e progresso dos projetos como uma base para responder aos desvios;
  • Avaliar o gerente de projetos e o de programas;
  • Assegurar o atingimento dos objetivos do projeto;
  • Introduzir o gerenciamento de projetos como uma disciplina da empresa aplicando normas, designando gerentes de projetos qualificados, treinando equipes, especificando papéis e responsabilidades.

Esse PMO deve demonstrar seu completo alinhamento com a empresa e com o seu profissionalismo nas práticas de gerenciamento de projetos. Isso geralmente requer proatividade no planejamento de sua funcionalidade e preparação para defender a sua posição de negócio.

Etapa 3: O PMO Padrão
Deve representar a essência de uma capabilidade de PMO completa e compreedida. Enquanto continua a direcionar a visão e o controle do gerenciamento de projetos, também introduz um novo foco no apoio da otimização do desempenho individual e do conjunto de projetos. Isso envolve:

  • Gerenciar múltiplos projetos e gerentes de projetos;
  • Integrar e treinar gerentes de projetos e programas ;
  • Implementar PMOs de níveis mais baixos;
  • Servir como a central de apoio ao gerenciamento de projetos;
  • Gerenciar recursos;
  • Coordenar e colaborar os stakeholders.
  • Implementar uma norma que descreva a política e o desempenho dos projetos;
  • Introduzir ferramentas e técnicas de report e colaboração;
  • Apoio executivo relacionadados à governança de projetos;
  • Gerenciar portfólios;
  • Servir como representante do ambiente de gp para os executivos seniores;
  • Participar dos Boards de Controle.

Necessita de um mínimo de equipe full-time, tal como um Gerente de PMO e no mínimo 2 recursos full-time e part-time qualificados para desempenhar a fucionalidade do PMO.


Etapa 4: PMO Avançado
É o "big brother" do PMO básico. Seu foco está na integração dos interesses de negócio dentro do ambiente de gerenciamento de projetos. Isso implica na introdução de práticas comuns nos processos de gerenciamento de projetos como também nos processos de negócio. Cria um ambiente "projetizado" do negócio . Esse tipo de PMO não pode ser novo. Deve haver existido antes o PMO Básico.
A equipe é maior e conta, em geral, com recursos profissionais e administrativos necessários para desenvolver, implementar e gerenciar processos, programas e funcionalidades.

As atividades incluem:

  • Parecer cada vez mais como uma unidade de negócio a parte.
  • Preparar e gerenciar seu próprio orçamento;
  • Desenvolver e implementar de práticas avançadas de gerenciamento de projetos e integração das atividades de negócio;
  • Colaborar com as demais unidades de negócio;
  • Oferecer expertise diferenciada;
  • Oferecer serviços de mentoring;
  • Auditar projetos;
  • Recuperação de projetos.

Equipe senior full time dedicada ao PMO e representam os profissionais altamente capazes para implementação de gerenciameno de projetos avançados.

Etapa 5: Centro de Excelência
É uma unidade de negócio separada dentro da empresa e tem a responsabilidade de todas as operações de gerenciamento de projetos da empresa. O foco é na estratégia do negócio.
Normalmete, há um excutivo no comando do Centro de Excelência, e que um indivídio deve se reportar ou ter acesso direto.
Esse PMO pode ser estabelecido de forma independente dos demais PMOs. As atividades desse PMO inclui:

  • Ofercer direcinamento e influência para as operações de gerenciamento de projetos da empresa;
  • Construir um ambiente de gerenciamento de projetos e comunicação com os stakeholders entre as unidades de negócio;
  • Criar relacionamento com os clientes, fornecedores e parceiros;
  • Patrocinar e conduzir estudos e avaliações de eficácia do negócio e de funcionaldiades de gerenciamernto de projetos;
  • Representar os interesses do negócio no ambiente de gerenciamento de projetos;

22/06/2008

PMO - Webminar da Hill Consulting Group

Apesar de direcionada ao pessoal de TI, achei interessante a descrição do PMO nesse webminar, bem rápida e concisa. Mostra que um PMO não é uma configuração específica ou um método único. Tudo isso depende do ambiente em questão e das razões de existir um PMO. Se houver um plano de crescimento, a infra-estrutura e as competências também devem acompanhar. Esse webminar da Hill Consulting Group pode servir de base para propostas e Road Maps de implementação de PMO em qualquer área.

Está em inglês;