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23/06/2011
14/06/2011
Moralidade na tecnologia
"A indústria da tecnologia precisa pensar longe e muito sobre ética" - Damon Horowitz, um Googler.
Horowitz, atualment, é diretor de engenharia no Google. Mas, tb é Ph.D. em filosofia e segura o título de “in-house philosopher” na gigante empresa de busca. E ele palestrou no evento TEDx Silicon Valley em Stanford University, onde ele ofereceu uma nuance mais leve da visão do famoso mantra do Google “Não seja má" - geralmente usado para atacar a empresa quando ela comete algo considerado antiético.
Para ilustrar como a ética está se tornando sucinta no mundo tecnológico, Horowitz perguntou ao público se ele preferia o iPhone ou o Android. E a maioria votou no iPhone. E ele brincou falando que todos eram “suckers”, pois preferiram um equipamento mais bonitinho. E, então, ele perguntou se seria uma boa idéia tirar dados de um telefone de uma pessoa da audiência em troca de uma oferta de vários serviços legais, ou se preferiam deixá-lo isolado. A maioria votou em deixá-lo isolado. E finalmente, Horowitz quis saber se as pessoas do público usariam as idéias propostas por John Stuart Mill ou por Immanuel Kant para tomar decisão. Não sendo nenhuma surpresa, ninguém tinha idéia alguma do que ele estava falando.
“Isso é um resultado terrível ” disse Horowitz. “Nós temos opiniões mais fortes sobre nossos aparelhos telefônicos do que um estrutura de trabalho moral que deveríamos utilizar para guiar nossas decisões."
A resposta óbvia é que os fabricantes de tecnologia não estãos dispostos a pensar na moralidade de seus produtos. Eles apenas constróem e deixam que as pessoas que se preocupem com a ética. Mas, Horowitz fez notar o Projeto Manhattan, onde físicos desenvolveram a bomba nuclear, como um explo óbvio onde os tecnólogos deveriam ter pensando sobre as dimensões morais de seus trabalhos. Ou seja, ele argumentou que os fabricantes de tecnologia deveriam estar pensando muito sobre seus "sistemas de operação moral" como seus sistemas de operação de celular.
E Horowitz começou a falar de como diferentes filósofos tentaram avaliar a moralidade . Em suma, ele constrastou Mill, que argumentava que as ações deveriam ser julgadas com base se elas maximizavam prazer e minimizavam dor, com Kant, que argumentava que existiam ações intrinsicamente erradas, independente dos resultados. Horowitz mostrou que filósofos vem lutando com essas questões durante milhares de anos.
“Ética não é fácil” Horowitz said. “Ética requer pensar.”
"Mas, é o pensar de qualquer pessoa sã" . Horowitz citou a escritora Hannah Arendt, que ao escrever sobre o Nazista Adolf Eichmann, argumentou que o maior mal do mundo não vem das más intenções, mas do "não pensar".
Para encorajar que o público começasse a pensar mais sobre a moralidade de suas decisões, ele pediu 30 segundos de silêncio, e que todos lembrassem de sua última decisão ao tetnar fazer algo correto. E que pensassem se foi certo ou errado o que haviam decidido
“Este é o 1º passo em direção a assumir responsabilidades sobre o que devemos fazer com a nossa força" Horowitz complementou: “Nós temos tanto poder hoje. E é com a gente mesmo imaginar o que fazer com isso"
[image via TEDx SoMa]
Horowitz, atualment, é diretor de engenharia no Google. Mas, tb é Ph.D. em filosofia e segura o título de “in-house philosopher” na gigante empresa de busca. E ele palestrou no evento TEDx Silicon Valley em Stanford University, onde ele ofereceu uma nuance mais leve da visão do famoso mantra do Google “Não seja má" - geralmente usado para atacar a empresa quando ela comete algo considerado antiético.
Para ilustrar como a ética está se tornando sucinta no mundo tecnológico, Horowitz perguntou ao público se ele preferia o iPhone ou o Android. E a maioria votou no iPhone. E ele brincou falando que todos eram “suckers”, pois preferiram um equipamento mais bonitinho. E, então, ele perguntou se seria uma boa idéia tirar dados de um telefone de uma pessoa da audiência em troca de uma oferta de vários serviços legais, ou se preferiam deixá-lo isolado. A maioria votou em deixá-lo isolado. E finalmente, Horowitz quis saber se as pessoas do público usariam as idéias propostas por John Stuart Mill ou por Immanuel Kant para tomar decisão. Não sendo nenhuma surpresa, ninguém tinha idéia alguma do que ele estava falando.
“Isso é um resultado terrível ” disse Horowitz. “Nós temos opiniões mais fortes sobre nossos aparelhos telefônicos do que um estrutura de trabalho moral que deveríamos utilizar para guiar nossas decisões."
A resposta óbvia é que os fabricantes de tecnologia não estãos dispostos a pensar na moralidade de seus produtos. Eles apenas constróem e deixam que as pessoas que se preocupem com a ética. Mas, Horowitz fez notar o Projeto Manhattan, onde físicos desenvolveram a bomba nuclear, como um explo óbvio onde os tecnólogos deveriam ter pensando sobre as dimensões morais de seus trabalhos. Ou seja, ele argumentou que os fabricantes de tecnologia deveriam estar pensando muito sobre seus "sistemas de operação moral" como seus sistemas de operação de celular.
E Horowitz começou a falar de como diferentes filósofos tentaram avaliar a moralidade . Em suma, ele constrastou Mill, que argumentava que as ações deveriam ser julgadas com base se elas maximizavam prazer e minimizavam dor, com Kant, que argumentava que existiam ações intrinsicamente erradas, independente dos resultados. Horowitz mostrou que filósofos vem lutando com essas questões durante milhares de anos.
“Ética não é fácil” Horowitz said. “Ética requer pensar.”
"Mas, é o pensar de qualquer pessoa sã" . Horowitz citou a escritora Hannah Arendt, que ao escrever sobre o Nazista Adolf Eichmann, argumentou que o maior mal do mundo não vem das más intenções, mas do "não pensar".
Para encorajar que o público começasse a pensar mais sobre a moralidade de suas decisões, ele pediu 30 segundos de silêncio, e que todos lembrassem de sua última decisão ao tetnar fazer algo correto. E que pensassem se foi certo ou errado o que haviam decidido
“Este é o 1º passo em direção a assumir responsabilidades sobre o que devemos fazer com a nossa força" Horowitz complementou: “Nós temos tanto poder hoje. E é com a gente mesmo imaginar o que fazer com isso"
[image via TEDx SoMa]
16/05/2011
O maior dos ativos
“Certa manhã, na redação da extinta revista Manchete, seu fundador, Adolpho Bloch, estava junto à sua equipe de fotógrafos, vendo umas imagens premiadas pelo mundo.
Um dos fotógrafos comentou:
- Pô! Mas, também, o senhor tem que ver o equipamento deles! Só usam máquinas fotográficas de última geração!
Foi quando o sr. Adolpho, pegando no bolso sua caneta Montblanc de ouro, disse:
- Se vc pensa assim, então segure isso e me escreva uma linda poesia. “
Empresa Good To Great
Empresas “Good-to-Great” constroem um sistema consistente com restrições claras, porém dão liberdade e responsabilidade às pessoas dentro da estrutura de trabalho. Contratam pessoas auto-disciplinadas que não precisam ser gerenciadas. Então, gerenciam o sistema, e não pessoas. Essas pessoas também possuem a disciplina do pensamento, confrontam os fatos brutais da realidade, e ainda, têm fé que caminham na trilha da grandeza com ações disciplinadas”. [Livro Good-to-Great – Capítulo 6]
17/06/2008
PENSADORES POLÍTICOS
PARA LÍDERES/ GESTORES
Maquiavel (1469 - 1527) ao refletir sobre a liberdade de sua época elaborou uma teoria de como se constitui o Estado moderno. Ele gastou bastante tempo refletindo, pesquisando e observando os assuntos entre os homens até criar as técnicas da política. A partir daí, a política passou a ser entendida como uma disciplina autônoma, separada da moral e da religião.
Logo no começo de sua grande obra "O príncipe", Maquiavel diz que as coisas devem ser estudadas como elas são e que deve ser observado o que se pode e é necessário fazer, e não aquilo que
seria certo fazer - baseado em alguma moral.
Logo no começo de sua grande obra "O príncipe", Maquiavel diz que as coisas devem ser estudadas como elas são e que deve ser observado o que se pode e é necessário fazer, e não aquilo que
seria certo fazer - baseado em alguma moral.
Certamente, todos nós gostaríamos ser amados por todos. Mas, quando um de nós está em um papel de gestor, algo tão simples na teoria se torna complexo na prática. Todos os dias o gestor sobe em um palco para gerenciar uma platéia de conflitos.
Maquiavel, tendo uma vista pessimista da índole humana, aconselhava:
"Na dúvida se é melhor sermos amados do que temidos, ou vice-versa. (...)..., é muito mais seguro sermos temidos do que amados... ".
"Na dúvida se é melhor sermos amados do que temidos, ou vice-versa. (...)..., é muito mais seguro sermos temidos do que amados... ".
Os funcionários não devem levar para o lado pessoal um gestor linha-dura, caso ele se mantenha dentro dos limites do respeito e da dignidade. Gerenciar conflitos e sofrer pressão de diversos lados não é para qualquer um.
Apesar das técnicas de Maquiavel serem direcionadas à decadência da índole humana, o ponto central é a identificação de uma nova moral que é a do homem político que constrói e colabora para a união; uma moral imanente, mundana, que vive no relacionamento entre os homens.
PARA EQUIPES
O filósofo inglês Thomas Hobbes (1588 - 1679) disse que quando os homens estão em sua condição natural, eles se jogam uns contra os outros pelo desejo de poder, de riquezas, de propriedades.
"homo homini lupus" (o homem é o lobo do homem).
Com o passar do tempo, os homens percebem a necessidade de estabelecer entre eles um acordo que impeça o desencadear dos egoísmos e a destruição mútua, e com isso obter sua própria conservação e uma vida mais confortável. Isto é, sair da miserável condição de guerra permanente que é a conseqüência das paixões naturais.
O filósofo inglês Thomas Hobbes (1588 - 1679) disse que quando os homens estão em sua condição natural, eles se jogam uns contra os outros pelo desejo de poder, de riquezas, de propriedades.
"homo homini lupus" (o homem é o lobo do homem).
Com o passar do tempo, os homens percebem a necessidade de estabelecer entre eles um acordo que impeça o desencadear dos egoísmos e a destruição mútua, e com isso obter sua própria conservação e uma vida mais confortável. Isto é, sair da miserável condição de guerra permanente que é a conseqüência das paixões naturais.
Em uma equipe recém-formada, há grande probabilidade dos seus membros entrarem em ciclos constantes de conflitos. Afinal, os papéis não estão firmes, ninguém se conhece o suficiente para fazer valer uma opinião contrária, todos querem um lugar ao sol, e a autoafirmação é uma guerra. A mlehor técnica é procurar realizar acordos, definindo processos, procedimentos e arbitrariedade formal para as decisões
PARA TODOS
Para Rousseau (1712 - 1778) existe uma condição natural dos homens que é de felicidade, de virtude e de liberdade. Os homens nascem livres e iguais, mas em todo lugar estão acorrentados. Na prática, os homens não nascem nem livres nem iguais, só se tornam assim através de um processo político. Porém, mesmo assim os homens não podem renunciar a esses bens essenciais de sua condição natural.
Apesar dos conflitos, das chateações, das frustrações que o mundo corporativo frequentemente nos impõe, não devemos desisitir nunca de buscar a felicidade no trabalho, procurar ser de grande valia para a empresa e se sentir livre na ato de pensar e agir.
Disponível na página: www.paulspageofpain.com/cg.html
15/06/2008
Um alternativa à lógica socrática
"Era uma vez um homem que pintou um lado do seu carro de branco e o outro de preto. Seus amigos lhe perguntaram por que ele havia feito uma coisa tão estranha. Ele respondeu: ‘Porque vai ser muito divertido, caso eu venha a sofrer um acidente, escutar as testemunhas se contradizendo no tribunal.’"
O Dr. Edward de Bono* utiliza essa história como exemplo do que ocorre no nosso sistema comum de discussão: em muitos casos, ambos os lados estão certos, mas olhando por aspectos diferentes da situação. Como alternativa a esse tipo de debate em que cada parte assume uma visão contrária e confrontadora, ele criou um sistema prático, produtivo e muito fácil de aplicar: o Método dos Seis Chapéus do Pensamento
de Bono expõe em seu livro "O Pensamento Paralelo, de Sócrates a De Bono" um discurso crítico construtivo para a lógica da verdade, do juízo e do raciocínio originários dos 3 grandes filósofos gregos (Sócrates, Platão e Aristóteles) que modelam a educação no mundo ocidental e o pensamento por milênios. Ele expõe a sua teoria como alternativa à lógica clássica.
Segundo de Bono, há a necessidade de mudar a nossa foma de pensar já que no futuro existirão 3 variáveis que farão a diferença:
1- A competência; 2- A informação; 3- A tecnologia
São essas variáveis que capacitarão as empresas a desenhar e distribuir os seus novos produtos. O pensamento tradicional não está preparado para esta transformação. A resposta está no pensamento criativo, construtivo e capaz de desenhar o novo.

O Pensamento Lateral.O pensamento lateral se baseia em romper a linearidade da lógica normal (unidirecional) e explorar as zonas laterais da mesma . Seguindo a nossa Lógica, partimos do pressuposto que a linha reta é o caminho mais curto entre 2 pontos, mas muitas vezes não pensamos que não seja o mais original. Pensar lateralmente é utilizar a criatividade para escapar das idéias e modelos fixos que nos limitam às possbilidades de uso das novas informaçõs disponíveis. Para isso, basta mudar, a qualquer instante, o seu próprio ponto de vista sobre algo, e passar a observar por um ângulo diferente. De Bono sugere alguns ângulos padrões e os chama de Seis Chapéus para Pensar.
1) Chapéu Branco: É o da informação. Oferece um ponto de vista baseado em fatos e dados. Sem preconceitos. Memorizar com: papel neutro, em branco e transmissor de informação.
2) Chapéu Vermelho: É o dos sentimientos, da intuição, dos pressentimentos das emoções. Oferece um ponto de vista sem raciocínios, nem muita lógica, há uma atração pelos palpites e opiniões. Memorizar com: fogo e no calor.
3) Chapéu Preto: É o da cautela, juízo crítico. Oferece um ponto de vista de cautela, de evitar que erros aconteçam, buscar o porquê não se pode fazer algo. Memorizar com: imagem do juiz de preto com olhar severo.
4) Chapeu Amarelo: É o do otimismo. Oferece o ponto de vista da visão lógica e positiva dos feitos. Busca a factibilidade e uma maneira de atuar. Persgue os benefícios. Memorizar com: a luz do sol.
5) Chapéu Verde: É o da criatividade. Oferece um ponto de vista de alternativas adicionais, para plantear possibilidades e hipóteses não exploradas. Memorizar com: vegetação com crescimento abundante.
6) Chapéu Azul: É o do controle dos processos. Oferece um ponto de vista de determinação, ordem, programação, método. Atraído por resumos, conclusões e decisões. Preocupado com o aumento da produtividade. Memorizar com: Azul panorâmico do céu.
Para estimular esses pontos de vista, há a necessidade de ser criativo, então procure:
- Ter um desafio;
- Ter uma provocação;
- Ter movimento (para onde se vai);.
Faça o dowload do Mapa Mental (em Português) feito pelo site http://www.intelimap.com.br/

* Edward De Bono: Británico, graduado em Medicina e Psicologia, é o maior nome mundial entre os investigadores da Criatividade. Docente das universidades de Cambridge, Oxford, Londres e Harvard nas cadeiras de Pensamento Criativo e Administração de Idéias.
O Dr. Edward de Bono* utiliza essa história como exemplo do que ocorre no nosso sistema comum de discussão: em muitos casos, ambos os lados estão certos, mas olhando por aspectos diferentes da situação. Como alternativa a esse tipo de debate em que cada parte assume uma visão contrária e confrontadora, ele criou um sistema prático, produtivo e muito fácil de aplicar: o Método dos Seis Chapéus do Pensamento
de Bono expõe em seu livro "O Pensamento Paralelo, de Sócrates a De Bono" um discurso crítico construtivo para a lógica da verdade, do juízo e do raciocínio originários dos 3 grandes filósofos gregos (Sócrates, Platão e Aristóteles) que modelam a educação no mundo ocidental e o pensamento por milênios. Ele expõe a sua teoria como alternativa à lógica clássica.
Segundo de Bono, há a necessidade de mudar a nossa foma de pensar já que no futuro existirão 3 variáveis que farão a diferença:
1- A competência; 2- A informação; 3- A tecnologia
São essas variáveis que capacitarão as empresas a desenhar e distribuir os seus novos produtos. O pensamento tradicional não está preparado para esta transformação. A resposta está no pensamento criativo, construtivo e capaz de desenhar o novo.
O Pensamento Lateral.O pensamento lateral se baseia em romper a linearidade da lógica normal (unidirecional) e explorar as zonas laterais da mesma . Seguindo a nossa Lógica, partimos do pressuposto que a linha reta é o caminho mais curto entre 2 pontos, mas muitas vezes não pensamos que não seja o mais original. Pensar lateralmente é utilizar a criatividade para escapar das idéias e modelos fixos que nos limitam às possbilidades de uso das novas informaçõs disponíveis. Para isso, basta mudar, a qualquer instante, o seu próprio ponto de vista sobre algo, e passar a observar por um ângulo diferente. De Bono sugere alguns ângulos padrões e os chama de Seis Chapéus para Pensar.
1) Chapéu Branco: É o da informação. Oferece um ponto de vista baseado em fatos e dados. Sem preconceitos. Memorizar com: papel neutro, em branco e transmissor de informação.
2) Chapéu Vermelho: É o dos sentimientos, da intuição, dos pressentimentos das emoções. Oferece um ponto de vista sem raciocínios, nem muita lógica, há uma atração pelos palpites e opiniões. Memorizar com: fogo e no calor.
3) Chapéu Preto: É o da cautela, juízo crítico. Oferece um ponto de vista de cautela, de evitar que erros aconteçam, buscar o porquê não se pode fazer algo. Memorizar com: imagem do juiz de preto com olhar severo.
4) Chapeu Amarelo: É o do otimismo. Oferece o ponto de vista da visão lógica e positiva dos feitos. Busca a factibilidade e uma maneira de atuar. Persgue os benefícios. Memorizar com: a luz do sol.
5) Chapéu Verde: É o da criatividade. Oferece um ponto de vista de alternativas adicionais, para plantear possibilidades e hipóteses não exploradas. Memorizar com: vegetação com crescimento abundante.
6) Chapéu Azul: É o do controle dos processos. Oferece um ponto de vista de determinação, ordem, programação, método. Atraído por resumos, conclusões e decisões. Preocupado com o aumento da produtividade. Memorizar com: Azul panorâmico do céu.
Para estimular esses pontos de vista, há a necessidade de ser criativo, então procure:
- Ter um desafio;
- Ter uma provocação;
- Ter movimento (para onde se vai);.
Faça o dowload do Mapa Mental (em Português) feito pelo site http://www.intelimap.com.br/

* Edward De Bono: Británico, graduado em Medicina e Psicologia, é o maior nome mundial entre os investigadores da Criatividade. Docente das universidades de Cambridge, Oxford, Londres e Harvard nas cadeiras de Pensamento Criativo e Administração de Idéias.
13/06/2008
A Verdadeira Arte
"The cause of all human evils is not being able to aplly general principles to special cases"
Epictetus*, c.60-120
Uma das aplicações que a frase inspiradora de Epicteto nos passa é que o bom profissional deve saber aplicar o conhecimento que aprendeu na faculdade, nos livros lidos e em tudo que completa a sua formação à uma real necessidade que se apresenta à sua fente. E isso implica em não aplicar ipsi literis e, sim, na forma adequada para o caso em particular.Assistir uma aula e ler um livro não exigem tanto do profissional. Basta alguns momentos de dedicação. O seu verdadeiro trabalho ou, melhor dizendo, a sua arte é a capacidade que tem de transformar os princípios gerais em casos bem particulares e, claro, que funcionem.
Atualmente, em instantes se aprende a utilizar um software de cronograma. Mas, não crie a idéia que isso fará de você um gerente de projetos. Isto não fará.
Se você não aprender os princípios específicos dos projetos que ficam por detrás das atividades de cronograma, o software somente ajudará a documentar suas falhas com maior precisão.
Não fique no meio do caminho, vá até o fundo da especificidade em questão.
Saiba o que está fazendo especificamente.
Fale com propriedades específicas.
Não se preocupe, as partes gerais não desaparecerão do mapa, ainda constarão com frequencia nos documentos e relatórios corporativos, geralmente, nos últimos tópicos, nas Referências ou Bibliografias.
* Filósofo e ex-escravo romano, ensinamentos trouxeram grande influência sobre os primeiros pensadores cristãos. Libertado, aderiu à filosofia estóica e formou com Sêneca e Marco Aurélio a tríade de nomes mais conhecidos da segunda fase do estoicismo. Foi expulso de Roma com outros filósofos (89), por ordem do imperador, como reação à postura estóica, contrária à tirania.Fundou uma escola de grande sucesso baseada no modelo socrático de filosofar. Morreu sem deixar nada escrito, porém seus ensinamentos foram publicados por vários de seus seguidores.
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